Segurança e Limpeza

Descubra agora como vencer os desafios da limpeza hospitalar

Escrito por Seguridade

Sem dúvida alguma, uma limpeza eficiente é a melhor aliada dos ambientes de trabalho da área da saúde. É importante observar que cada área hospitalar necessita de técnicas de higienização específicas, o que pode representar grandes desafios no cotidiano do hospital.

Vencê-los é fundamental para garantir a segurança necessária para os profissionais de saúde e para as pessoas que circulam nesse ambiente tão cheio de particularidades.

Pensando nisso, vamos desenvolver tópicos com dicas que ajudem a descomplicar o cotidiano de limpeza hospitalar e, assim, facilitar a vida do gestor. Continue a leitura e entenda!

Contrate mão de obra especializada para limpeza hospitalar

Apenas profissionais especializados e treinados devem ser responsáveis pela limpeza hospitalar.

Isso porque pessoas que não têm qualificação específica para esse tipo de atividade podem contribuir para a contaminação cruzada dos ambientes, além de correrem sérios riscos de contrair doenças.

Funcionários treinados saberão exatamente o que fazer com cada tipo de material existente no setor hospitalar, pois estamos falando de uma área que tem muitos itens perigosos que precisam de protocolos de manipulação, como: objetos perfurocortantes, resíduos químicos, resíduos infectantes, rejeitos radioativos e, por fim, resíduos comuns.

Logo, é indispensável o uso dos EPIs (equipamentos de proteção individual), como luvas, uniformes, máscaras (quando necessárias) etc., bem como a estrita observância das regulamentações da Agência Nacional de Saúde (Anvisa).

Todos esses elementos reunidos contribuirão para que a limpeza seja, de fato, eficaz e não ofereça riscos para os visitantes, os médicos e enfermeiros e os próprios funcionários da limpeza.

Para garantir a qualificação necessária da mão de obra, vale a pena considerar a possibilidade de terceirizar esse tipo de serviço.

Estabeleça um cronograma para manter a frequência ideal de limpeza

Quando o assunto é limpeza, é imprescindível considerar a frequência e a regularidade do processo, pois limpezas espaçadas demais não garantirão a assepsia ideal para o ambiente hospitalar.

Sendo assim, é recomendado estabelecer um cronograma de limpeza que possa ser seguido fielmente pelos funcionários dessa atividade.

Aqui, vale destacar que existem, basicamente, dois tipos de limpeza — uma que pode e deve acontecer na presença do paciente e, por esse motivo, é conhecida como limpeza concorrente, e outra, que deve ser feita na saída do paciente, chamada de limpeza terminal.

A limpeza concorrente envolve a higienização das instalações sanitárias, a troca de lixos, e a limpeza do piso e das superfícies. Esse tipo de limpeza deve ocorrer todos os dias.

Já a limpeza terminal é mais intensa e minuciosa e engloba todas as superfícies do local, sem exceção. Essa modalidade de limpeza deve incluir, até mesmo, o teto, as janelas e outros objetos, aparentemente inofensivos, como luminárias e mesinha de cabeceira.

Em razão da complexidade e da necessidade de o espaço estar completamente vazio, a limpeza terminal ocorre sempre que um paciente deixar o leito do hospital.

Observe as diferenças entre limpeza, desinfecção e descontaminação

Para leigos, pode parecer que limpeza, desinfecção e descontaminação são a mesma coisa. Contudo, para quem trabalha em ambiente hospitalar, é fundamental saber distinguir as diferenças entre essas modalidades de limpeza, bem como o momento ideal para aplicá-las no cotidiano do setor.

Portanto, limpeza é a remoção da sujeira de todas as áreas e superfícies e funciona como uma manutenção das higienizações mais profundas. A limpeza comum deve ser feita todos os dias e em todas as áreas do hospital, sem exceção.

A desinfecção já exige um protocolo mais intenso e consiste na inativação ou destruição de germes infecciosos existentes em determinados locais, como salas de cirurgia e laboratórios.

Descontaminação, por fim, é o procedimento mais agressivo de todos e visa a destruir micro-organismos de uma matéria orgânica por meio da aplicação de um desinfetante, bactericida ou fungicida. São exemplos de matérias orgânicas urinas, fezes, vômitos, dentre outros dessa mesma natureza.

A própria diferenciação dos tipos de limpeza já evidencia que, nos processos mais intensos, como desinfecção e descontaminação, é necessário o uso de materiais específicos que possam, de fato, promover a higienização total dos ambientes. Dessa maneira, a manipulação das substâncias precisa sempre ser feita com o uso de luvas, e essas devem ser descartadas, atendendo rigorosamente os protocolos de segurança para evitar contaminação.

Desinfete corretamente as superfícies mais tocadas

O ambiente hospitalar, além de todas essas substâncias nocivas e potencialmente perigosas para a saúde, reúne uma grande variedade de pessoas circulando, desde os profissionais de saúde e pacientes até os visitantes.

Assim, essas pessoas precisam estar devidamente protegidas das impurezas e micro-organismos desse tipo de ambiente.

Com esse objetivo, é vital ter atenção redobrada à higienização das superfícies e às áreas mais comuns, frequentadas e manipuladas por todos, como: interruptores de luz, mobiliário da sala de espera, controle remoto, maçanetas e portas etc.

Esse cuidado especial tem a intenção de prevenir a proliferação de doenças e garantir a seguranças das pessoas dentro do ambiente hospitalar.

Dê atenção especial ao piso do hospital

Basta pensar que o piso está em absolutamente todas as áreas do hospital, desde aquelas que são mais perigosas, cujo risco de contaminação é elevado, até aquelas mais inofensivas.

Diante disso, é muito importante dar atenção especial à limpeza do piso, para que esse elemento não seja um propagador de doenças.

O piso do hospital pode receber uma limpeza mais pesada realizada por meio de máquinas similares a uma enceradeira, mas que têm a função de limpar mais profundamente essa superfície.

Para tanto, basta despejar um desinfetante hospitalar apropriado para limpeza profunda no chão e, em seguida, esfregar o piso com a máquina. A vantagem é que ela mesma remove a água, garantindo a assepsia desejada.

Incentive protocolos básicos de higiene dentro do hospital

Outro mecanismo de prevenção de doenças que precisa ser estimulado dentro do hospital e é muito simples, porém bastante eficiente, está relacionado com os protocolos básicos de higiene.

Lavar as mãos é o principal recurso de limpeza e, por isso, essa prática deve ser incentivada em cartazes, especialmente nos banheiros e nos quartos dos pacientes.

Para aumentar a segurança, o hospital também pode investir na colocação de um dispenser de álcool em gel pelos corredores e quartos.

Adotando todas essas medidas que indicamos, com toda certeza, será possível administrar com segurança os protocolos de limpeza hospitalar e garantir a saúde das pessoas que circulam nesse ambiente.

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Sobre o autor

Seguridade

A Seguridade é uma empresa consolidada no mercado, atendendo toda a região Sul do país e o estado de São Paulo, nos tornamos referência nos segmentos de segurança privada, limpeza e conservação, jardinagem, bombeiros industriais, serviços de rh e outros serviços.

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